sexta-feira, 4 de abril de 2008

O Espírito Santo

O Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade e Ele procede do Pai e do Filho,sendo também adorado e glorificado com o Pai e o Filho. Segundo o Catecismo da Igreja Católica Ele é representado simbolicamente pela água como " água viva que jorra do coração trespassado de Cristo e dessedenta os batizados",pelo óleo como "a unção com o óleo que é o sinal sacramental da Confirmação",pelo fogo como "o fogo que transforma o que toca", pela nuvem como "a nuvem, obscura e luminosa, na qual se revela a glória divina" pelas mãos como " imposição das mãos mediante a qual é dado o Espírito" e pela pomba como "a pomba que desce sobre Cristo e permanece sobre Ele no batismo." (CIC 694-701).Em Pentecostes, cinquenta dias após a Ressurreição de "Jesus Cristo glorificado infunde o Espírito em abundância e manifesta-O como Pessoa divina, de modo que a Santíssima Trindade é plenamente revelada. A Missão de Cristo e do Espírito torna-se a Missão da Igreja, enviada a anunciar e a difundir o mistério da comunhão trinitária." O Espírito Santo vem em nosso auxílio,cumprindo a promessa de Jesus que nos enviaria o Prometido do Pai,Ele é derramado sobre a Igreja para edificá-la,animá-la e santificá-la. Ele vem em nosso consolo,com seu amor para que possamos dar "frutos no Espírito" segundo Gálatas 5. É o Espírito Santo que nos ensina a orar ,que vem orar em nós como convém porque não sabemos o que pedir,quando pedir e como pedir,então o Espírito Santo vem em auxílio a nossa fraqueza com gemidos inefáveis.
Devemos pedir o Espírito Santo todos os dias!

Paz e Bem!

Renata Monteiro Teixeira

Invocação ao Espírito Santo




Ó Espírito Santo,amor do Pai e do Filho,

inspirai-me sempre o que devo pensar.

O que devo dizer.

Como devo dizê-lo.

O que devo calar.

O que devo escrever.

Como devo agir.

O que devo fazer.

Para obter a Vossa glória, o bem do mundo e minha própria santificação.

Amém.

A nossa força vem do Espírito Santo

"O apóstolo Pedro saiu à praça, cheia de gente vinda de todas as partes do império romano. Falou com audácia da morte e da ressurreição do Senhor, mostrando coragem que não teve quando, na Sexta Feira Santa, disse não conhecer a Jesus. A força para testemunhar Jesus Cristo, para Pedro e para nós hoje, vem do Espírito Santo.
Muitas pessoas receberam forte pressão para renunciar à sua fé em Jesus Cristo, mas se recusaram e preferiram antes morrer permanecendo unidas a Jesus do que viver sem a alegria de sua amizade. São os mártires, que derramaram seu sangue para testemunhar um amor a Jesus maior do que o apego à própria vida. A força do martírio vem do Espírito Santo.
Enquanto o orgulho e o egoísmo geram divisão, confusão e violência, o Espírito Santo supera as divisões, abre as fronteiras, derruba as barreiras e constrói unidade, entendimento, comunhão, forma o povo de Deus.
É necessário invocar o Espírito Santo e acolhê-lo em nossa vida como luz e sal, sabedoria divina, para que possamos reconstruir a unidade e a paz."
Fonte: Trechos tirados de artigo da CNBB

Livro da Sabedoria 1


1.
Amai a justiça, vós que governais a terra, tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração,
2.
porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança;
3.
com efeito, os pensamentos tortuosos afastam de Deus, e o seu poder, posto à prova, triunfa dos insensatos.
4.
A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado;
5.
o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniqüidade que sobrevém o repelirá.
6.
Sim, a Sabedoria é um espírito que ama os homens, mas não deixará sem castigo o blasfemador pelo crime de seus lábios, porque Deus lhe sonda os rins, penetra até o fundo de seu coração, e ouve as suas palavras.
7.
Com efeito, o Espírito do Senhor enche o universo, e ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz.
8.
Aquele que profere uma linguagem iníqua, não pode fugir dele, e a Justiça vingadora não o deixará escapar;
9.
pois os próprios desígnios do ímpio serão cuidadosamente examinados; o som de suas palavras chegará até o Senhor, que lhe imporá o castigo pelos seus pecados.
10.
É, com efeito, um ouvido cioso, que tudo ouve: nem a menor murmuração lhe passa despercebida.
11.
Acautelai-vos, pois, de queixar-vos inutilmente, evitai que vossa língua se entregue à crítica, porque até mesmo uma palavra secreta não ficará sem castigo, e a boca que acusa com injustiça arrasta a alma à morte.
12.
Não procureis a morte por uma vida desregrada, não sejais o próprio artífice de vossa perda.
13.
Deus não é o autor da morte, a perdição dos vivos não lhe dá alegria alguma.
14.
Ele criou tudo para a existência, e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação. Nelas nenhum princípio é funesto, e a morte não é a rainha da terra,
15.
porque a justiça é imortal.
16.
Mas, (a morte), os ímpios a chamam com o gesto e a voz. Crendo-a amiga, consomem-se de desejos, e fazem aliança com ela; de fato, eles merecem ser sua presa.

Sei em quem pus minha fé



"Sei em quem pus minha fé" (2 Tm 1,12)








Crer no Espírito Santo Não se pode crer em Jesus Cristo sem participar do seu Espírito. É o Espírito Santo que revela aos homens quem é Jesus. Pois "ninguém pode dizer "Jesus é Senhor" a não ser no Espírito Santo" (1 Cor 12,3). "O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as profundidades de Deus... O que está em Deus, ninguém o conhece a não ser o Espírito de Deus" (1 Cor 2,10-11). Só Deus conhece a Deus por inteiro.Nós Cremos no Espírito Santo porque Ele é Deus.
A Igreja não cessa de confessar sua fé em um só Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Chagas Abertas

Chagas abertas, oh coração ferido
Sangue de Cristo está entre nós e o perigo
Chagas abertas, oh coração ferido
Sangue de Cristo está entre nós e o perigo
Deus pode cuidar de tudo, posso descansar seguro
Deus está cuidando de tudo
Ele é o meu amparo e abrigo
Chagas abertas, oh coração ferido
Sangue de Cristo está entre nós e o perigo
Chagas abertas, oh coração ferido
Sangue de Cristo está entre nós e o perigo
Simples como o som da flauta, doce como o mel de abelha
Puro como água limpa, forte como o sol que brilha
Chagas abertas, oh coração ferido
Sangue de Cristo está entre nós e o perigo

Música de Celina Borges


Papa João Paulo II




Karol Wojtyla nasceu no dia 18 de maio de 1920, uma época de guerra entre a Polônia e a República Soviética, na cidade de Vadovice. Sua mãe tinha a saúde debilitada, mas o mimava muito. Chamava Karol de Lolek e às vezes de Lolus - o diminutivo do apelido. Seu pai era um tenente do exército polonês, mas velho demais para ir ao front, por isso, sempre ajudou na criação dos filhos. Karol tinha também um irmão mais velho, Edmund, por quem nutria muita admiração
Antes dos 21 anos, o futuro papa já havia perdido toda a sua família. A mãe morrera quando ele tinha apenas oito anos. Pouco depois morreu o irmão, que estudava medicina e foi vítima de uma epidemia em um hospital. Em 1941, morreu seu pai em um dos mais rigorosos invernos da Polônia. Nesta época, Karol Wojtyla, que adorava poemas, escreveu um lembrando a dor e Deus:
Sei que sou pequeno/ Mas há outros ainda menores que eu/ Ele me escolheu, Ele me lança nas cinzas/ Ele pode fazer isso - mas por quê?/ Por que fazer isso comigo?/ Ele é o provedor.
Bem antes de se tornar o Papa João Paulo II, em 16 de outubro de 1978, Wojtyla já era um exemplo de cidadão. Da infância em Vadovice aos retiros religiosos no Vaticano, ele foi o melhor aluno nas escolas e universidades por onde passou. Falava alemão, latim e grego.
Adorador do futebol, Karol não só teve diversos amigos judeus, como jogava freqüentemente como goleiro no time dos judeus de sua cidade. Aos 14 anos, atuou como ator e roteirista em peças de teatro em Cracóvia, trabalhou como britador em uma pedreira e até entrou na lista negra do nazismo, que ocupou a Polônia de 1939 a 1945.
Wojtyla virou padre aos 26 anos, arcebispo aos 43 e cardeal aos 46.
Antes de completar 34 dias de pontificado, no dia 28 de setembro de 1978, João Paulo I morreu de enfarte agudo do miocárdio, segundo o Vaticano. O conclave que o elegeu havia sido longo, mas já estava na hora de mais um ser feito. Três dias depois, a fumaça branca saía da chaminé ao lado da Capela Sistina, anunciando que o novo pontífice estava escolhido. Todas as previsões dos especialistas fracassaram. Esperavam um italiano, receberam o cardeal polonês Karol Wojtyla, de 58 anos e bom trânsito entre os bispos.
O papa escolheu o nome João Paulo II para homenagear seu antecessor. A primeira vez que falou com a multidão que lotava a Praça de São Pedro, ganhou a simpatia de todos. "Se eu errar meu italiano, vocês me corrijam, por favor", pediu o Papa. O polonês Karol Wojtyla é o primeiro não-italiano a ocupar o cargo desde o holandês Adrien VI, que morreu em 1523No dia 25 de janeiro de 1979, o novo papa desceu as escadas do jumbo da Alitália, deu um passo à direita do tapete vermelho, curvou-se, beijou o solo da República Dominicana, e disse: "Viajarei por onde me chamarem as exigências da fé e dos valores humanos". Na hora, as pessoas acharam que tratava-se de uma frase de efeito, mas não. Nenhum outro papa beijou tantos solos como João Paulo II.
O beijo no solo é um gesto que o Sumo Pontífice usa para abençoar o local. Em solo brasileiro, João Paulo II já se curvou duas vezes para beijar nossa terra: a primeira ocorreu em Brasília, em 1980. E a segunda em Natal, em 1991. No primeiro beijo, em 1980, caiu o solidéu.


Fonte:www.radiobeatitudes.com.br